sexta-feira, 17 de novembro de 2017

RETOQUE NA ALMA! (Rigoberto Pontes)



O engenheiro de pesca, Rigoberto Pontes, compartilhou essa linda e profunda mensagem de cunho filosófico e compartilho com todos em meu blog: SER OU TER?

Em crônica política publicada no blog questionei se o mais importante seria ter riqueza com dinheiro de impostos ou se manter honesto ainda na classe média, mas descendo ladeira a baixo.


Não se iluda com o ter e preocupe-se mais com quem você é amente e maravilhosa.

Não existe Photoshop, filtro ou maquiagem que possa cobrir ou camuflar sua alma. Independentemente das condições exteriores, nossa essência jamais pode ser retocada. Ela simplesmente é.

Podemos ter todo o dinheiro do mundo, fama, poder, mas se não ainda tivermos aprendido os verdadeiros valores, aqueles que nos diferem dos animais irracionais, seremos eternamente pobres. E não existe nada mais triste do que um espírito pobre, uma alma vazia e uma essência forjada.

Não se iluda com o ter e preocupe-se mais com quem você é.

Porque as coisas tangíveis são temporárias e o nosso ‘ser’ permanece na eternidade. O nosso ser pode influenciar gerações, deixar legados, inspirar, fazer diferença, e quem sabe até mudar o rumo da história.

Devemos viver com um propósito, devemos estar conscientes e entender que o mundo, a vida, vai muito além da nossa compreensão.

Seja fiel a sua essência, não se esconda atrás de máscaras. Não deixe que as frustrações da vida o transformem em uma pessoa amarga, não sinta inveja, inspire-se e faça melhor.

Não tenha medo, seja corajoso

Valorize o ser mais do que o ter, use a gratidão como arma, use o amor como escudo. Para ter tudo o que desejar, é preciso antes aprender a ser o seu melhor, a dar o seu melhor.

Seja.

Simplesmente seja quem você quer ser, custe o que custar, doa a quem doer.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

LICENCIOSIDADE OU IRRESPONSABILIDADE? (Roberto Brasil, professor)

Depois de assistir atentamente o vergonhoso vídeo, postado no PORTAL DO ZACARIAS, de duas alunas se digladiando dentro da Sala de Aula na Escola Estadual Dorval Porto, onde tive o prazer e orgulho de ter estudado depois de ter concluído a 4" série primário no Grupo Escolar Adalberto Vale e ler o comentário do professor e leitor e professor da rede municipal de ensino, Roberto Brasil, integrante do grupo de zap “PORTAL DE NOTICIAS”,  garantindo que via hoje muita licenciosidade e permissividade nas Escolas, passei a me questionar sobre se valeu a pena ter estudado tanto para mudar de vida, deixando a vida de adolescente vendendo  picolé, cascalho, jornal e ter sido vendedor de velas em porta do cemitério Santa Helena, no Morro da Liberdade, acompanhando minha mãe Josefa Costa, que também fazia saco que vendia dentro do mercado Adolpho Lisboa, na década de 70. Hoje sou jornalista e assistente social, teórico em Serviço Social e exercido a função de professor da alfabetização à Faculdade até 1996, quando foi aposentado por invalidez depois de 11 cirurgias no cérebro. Mas, será que valeu, tudo esse esforço intelectual?

Respondo que sim, valeu.  "Tudo nos vida vale a pena quando a a alma não é pequena" e como escreveu um pensador. E a minha continua não sendo, embora cultura no Brasil nunca tenha sido levada a sério no Brasil! Mas será que valeu a pena mesmo, me pergunto de novo e novamente respondo de novo que SIM! Embora reconheça problemas pontuais envolvendo professor/aluno, aluno/professor etc. Me chocou muito assistir ao vídeo das alunas praticando MMA ou BOX na Escola Estadual Dorval Porto, onde estudei, sem poder fazer nada, a não ser sentir vergonha do Estado a que chegou a educação! O vi várias vezes, não querendo acreditar que era mesmo na escola que que estudamos eu, o hoje advogado e ex-cartorário LUIZ EROM CASTRO RIBEIRO, o fiscal do Ibama, residente em Macapá, André Fonteine , Jucinei de Souza Pinto e sua irmã e outros, que o tempo já fez esquecer, tantos bons alunos e onde passavam conhecimentos.

Tivemos como professores Alice Fabrício da Silva, Manuel Veríssimo, nomeado mais tarde Secretário de Estado da Educação Vilma, Sandra. Mas era verdade!  E ninguém afastava as duas lutadoras de MMA ou Box.  Só filmavam tudo pata postar em rede social e ter seus 5 minutos de fama negativa. Embora o professor Roberto tenha chamado "a mãe de um aluno que estava gritando nos corredores da escola e gritando na sala de aula" chegando a atrapalhar as aulas. Isso fora na semana passada. A mãe teria comparecido à escola e chamado de "besteira" e considerado a presença dela "uma palhaçada"! 

Esquecendo a mãe que constitucionalmente a EDUCAÇÃO um dever da Escola (educar) e da família (impor limites). Conclui o professor Roberto que "se fosse numa escola militar, a conduta da mãe seria outra". Contudo, nesse ponto, discordo do professor.

Como educador que fui da alfabetização no GAIA, à Universidade, me alternando entre exercer o jornalismo e ministrar aulas de literatura amazonense e, eventualmente, de gramática, sou contra a militarização da educação. Não se trata de disciplinar o alunado, mas de impor o regime do medo ao educando. Contudo, não sou a pessoa mais apropriada para interpretar e apontar os rumos do magistério em quaisquer séries do ensino médio, fundamental ou superior. Digo, porém, que Educação, como afirmou o professor Roberto, com muita “licenciosidade e pouca objetividade. ” A educação foi transformada mera em estatística o que deveria ser em qualidade. 


É na Faculdade que se encontram todos os vícios da má formação em todas as séries anteriores, infelizmente! Isso posso garantir porque atuei do antigo ensino "primário", até o terceiro grau!

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

A ONÇA, O JACARÉ E O GOVERNO MICHEL TEMER! (ao professor José Ribamar Bessa Freire)


Conta a tradição oral, segundo o professor da UFAM, José Ribamar Bessa Freire,  em belíssimo artigo publicado no Diário do Amazonas, do dia 19/03/2027, compartilhado no grupo de ZAP, pelo engenheiro de pesca Rigoberto Pontes,   quando a onça ataca o jacaré, ele permanece quieto e impassível enquanto ela começa a devorá-lo pelo rabo. Esse comportamento passivo do Jacaré, teria intrigado pesquisadores como Bernardino de Souza, que o registrou no livro e aos "Lembranças e Curiosidades do Vale do Amazonas" (1873) e os naturalistas ingleses do século XIX, Henry Bates e Alfred Wallace, que registraram no livro “Viagens pelos rios Amazonas e Negro" (1853). Intrigados, todos queriam saber como “um réptil tão poderoso, que acumula histórias de luta, se entregava à voracidade de outro, que tem um volume e um peso menor”? Os cabocos também não encontram explicação.

Diz o professor “parece uma metáfora do que está acontecendo no Brasil. O jacaré somos nós. A onça é o poder. São quatro onças rugindo de forma ameaçadora: o Executivo, o Legislativo, o Judiciário e a Mídia” Por que o jacaré não se defenderia, não lutaria? Essa é a pergunta que fazem alguns cientistas sociais intrigados com a inércia do movimento popular diante da corrupção do governo Temer e dos ataques para eliminar as conquistas sociais, tornando a vida dos brasileiros mais insegura e angustiada, acrescenta o mestre de uma geração de alunos.

“A onça ataca agora com a reforma da Previdência para acabar, na prática, com a aposentadoria. Precisamos cortar na própria carne" - justifica o ministro da Fazenda Henrique Meirelles. A carne que ele quer cortar é a do jacaré para alimentar as quatro onças vorazes, subservientes ao sistema financeiro”, diz o professor e acrescenta “A onça come a metade do orçamento do governo federal no pagamento de juros e refinanciamento da dívida pública, que já ultrapassa os 4 trilhões. É uma caixa preta que nunca foi auditada de forma séria e transparente. Os especialistas garantem que a revisão das normas de pagamento permitiria que o Estado brasileiro não sacrificasse a população, investindo em saúde, educação, segurança social”, garante o professor Beça Freire

"O Poder Judiciário, chamada metaforicamente do que está acontecendo no Brasil. pelo professor de “onça gorda” . O jacaré seríamos nós, o povo. A onça é o poder junto com as quatro outras onças rugindo de forma ameaçadora: o Executivo, o Legislativo, o Judiciário e a Mídia - vai receber em 2017, de acordo com a proposta orçamentária, R$ 44,2 bilhões para despesas de pessoal, encargos sociais, benefícios e pensões de pessoal, construção e reformas de prédios. Créditos adicionais de R$ 1,1 bilhão foram aprovados pelo Conselho Nacional de Justiça para despesas não programadas ou insuficientemente dotadas do Poder Judiciário.

A outra onça, a do Executivo, está quase toda na lista do procurador-geral Rodrigo Janot, que enviou ao STF o pedido de abertura de 83 inquéritos para investigar a corrupção praticada por políticos com foro privilegiado, entre eles vários ministros. Nela estão também as onças do Legislativo. Foi encaminhado ainda para outras instâncias do Judiciário pedido para investigar mais 211 pessoas sem foro privilegiado: vereadores, deputados estaduais, prefeitos e governadores. 

"Sob o pretexto de lutar contra a corrupção, um grupo de "apostadores" - tomou de assalto o poder, ao som das panelas, do grasnido estridente do pato da FIESP e de um esgoto verde enferrujado da TV Globo por onde escoava a grana da corrupção. Bastava a compra de um pedalinho para o esgoto televisivo derramar rios de dinheiro com ruídos assustadores."

"Uma vez no poder, a onça começou a devorar o jacaré pela cauda. O senador Jucá propôs estancar a sangria da Operação Lava-Jato. Rola uma proposta de anistiar o Caixa 2 das campanhas políticas. O ministro do STF, Gilmar Mendes, garante que corruptos eram os adversários políticos que precisavam ser apeados do poder, os cupinchas, que assaltaram a nação, são apenas "apostadores"."

O antigo e o novo presidente do Senado figuram na lista dos propineiros, assim como o presidente da Câmara de Deputados, Rodrigo Maia e muitos parlamentares que vão votar a reforma da Previdência, todos eles com polpudos salários e aposentadoria garantida, conclui o mestre.

"QUEM É MALANDRO JÁ NASCE PRONTO" ( Drª. Ida Márcia Benayon)


Com esse nada sugestivo título, “quem é malandro já nasce pronto”, minha esposa Yara Queiroz recebeu de sua colega de profissão, a também procuradora da ALE/AM, Ida Márcia Benaiyon um vídeo muito interessante! O vi várias vezes e observei uma mãe filmando e querendo ensinar ao filho a uma determinada tarefa de três folhas. Ele chorando e argumentando para não a fazer. Pedi que me passasse para escrever essa crônica. O filho se negando a fazê-la, dizendo que se a fizesse morreria do coração, lhe secaria o sangue.   Sua mãe o incentivando, dizendo-lhe que não queria ser isso ou aquilo. A todos os argumentos da mãe, o filho os rebatia sem muita lógica e dizendo sempre que secaria e morreria sem sangue porque todo ele viria do seu coração, o que é verdade!

E por que mais uma vez decidi escrever de novo sobre educação, essa profissão formadora de todas as outras profissões, mas que nunca foi levada à sério no Brasil? Recebe os mais baixos salários frente à outras profissões de nível superior e algumas que nem precisa tê-las, como as dos políticos, por exemplo, que muitas vezes não tem qualquer formação para sê-los. Mas deixa isso para lá!

Adolescente com sete anos, também respondia a minha primeira alfabetizadora Terezinha da Costa Amaral, a quase todas as perguntas que me fazia em sala, que sabia, mas havia esquecido a resposta da pergunta ao cruzar igarapé pelo qual passava que todos os dias para chegar à Escola após deixar o cacaual do meu avô paterno.  O chamava de "furo" que recebia sem prazer ou com tristeza tarefas que não fazia e que deixava cair dentro de suas águas ao cruzá-lo equilibrando-me em cima de uma “tora” de pau que o ligava ao outro de um lado. Depois caminhava mais um pouco e chegava à Escola improvisada de minha tia, depois de deixar o “cacaual” nativo do meu avô paterno.

Ao cruzá-lo, olhava para baixo para ver se começava a entrar água do Rio, que se encontrava com às águas negras do lago, que ficava atrás da casa na comunidade do Varre-Vento, do município de Itacoatiara, no Amazonas. Fazia isso quase sempre! Mas não sei se minha tia e alfabetizadora acreditava nas desculpas que dava para não responder as perguntas em sala ou para as tarefas que me mandava fazer em casa. As vezes fazia e as vezes não! “Pai, começou a entrar água no furo”, dizia ao meu pai Paulo Costa, se visse algum sinal de água, por menor que fosse. Ele sabia que depois, começariam a entrar peixes do rio rumo ao lago.
  

Contudo, através da educação que mudei de vida, vendendo picolé, jornal, vela na porta do cemitério Santa Helena, no bairro do Morro da Liberdade, vendendo cascalho e fazendo tarefa à luz de lamparina em casa de minha família e depois à luz elétrica, na casa de minha madrinha Natércia Januário Calado, em Manaus. Também fiz ditado e cobri letras, desenhei, apanhei de palmatória em sabatina de leitura e de matemática.

Não morri e nem me faltou sangue no meu coração. Entendi que apenas a educação é capaz de proporcionar a mudança de uma pessoa e migrar rumo ao que deseja alcançar. Não existe outro meio. Por isso, minha criança não perca a oportunidade que sua mãe está lhe dando.

Além da Educação, só existem outras duas maneiras de se aprender: ou pelo amor ou pela DOR QUE O MUNDO VAI LHE ENSINAR!

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

COMO VIVER COM A FALTA DE CIDADANIA (Joao Batista Filho, MG e Luciana Tamborini, RJ)


Em resumo de tudo que li, vi e observei e sendo autor da obra cientifica na área social "A CIDADANIA COMO FATOR DE RESGATE SOCIAL" (http://carloscostajornalismo.blogspot.com.br/2010/12/cidadania-como-fator-de-resgate-social.html) 

garanto que se resume no seguinte:  "É PRIMEIRO O CUMPRIMENTO DO DEVER PARA A COBRANÇA DE DIREITOS, DEPOIS", quaisquer que eles possam!

Se todos agissem assim, respeitando o direito do outro primeiro e exigindo direitos depois, talvez não fossem necessárias tantas agressões contra fiscais de transito desarmados, espancados sô por fazê-lo ou tentar fazer cumprir o seu dever imposto pelo Estado de Bem-Estar Social e os cumprem muito bem, como o fazem os dois homenageados da crônica. Dos dois, só agente mineiro tive o orgulho de recebê-lo em meu apartamento, em viagem a Manaus! A Luciana Taborini (http://carloscostajornalismo.blogspot.com.br/2014/11/carta-para-luciana-tamburini-agente-de.html), nunca a conheci, mas a sei cumpridora de seu dever lhe dado pelo Estado de Bem-Estar Social.

Como tomei conhecimento de que um gato persa fora aprendido em Campina Grande, na Paraíba e leiloada com outros para tentar recuperar bens de mais fraude milionário usando documentos públicos falsos, perpetrada contra o INSS o desde 2012, não duvido de mais nada! É uma total inversão de valores na sociedade brasileira e, talvez, mundial, sempre punindo o lado mais fraco pelo que se acha mais poderoso superior. O Estado de Bem-Estar Social, foi criado no século XIX, com igualdade entre todos! Infelizmente, porém, uns ainda podem e se acham mais importantes do que outros, em pleno século XXI! 

O presidente Michel Temer com razão, vetou inteiramente o projeto de lei que propunha porte de arma também para os agentes de transito, que só querem cumprir o seu dever. Se o projeto não tivesse sido vetado, talvez a agente de transito, Luciana Tamborine, que se tornou famosa ao recorrer por redes sociais para conseguir indenizar os 5 mil reais ao juiz JOÃO CARLOS DE SOUZA CORREIA, que dirigia sem CNH e bêbado, durante uma operação da Lei Seca realizada no dia 12 de setembro de 2011. Ela se tivesse porte de arma, poderia estar cumprindo pena por crime de homicídio se a Lei tivesse sido sancionada! O juiz bêbado queria tratamento VIP. A defesa da agente está recorrendo junto ao STF.

Não é pelo caminho da arrogância, abuso de autoridade, prepotência de uma autoridade se impondo sobre uma outra que o problema da falta de cidadania será resolvido, mas com o cumprimento de seus deveres para exigir os direitos que julgar que lhe caibam, sejam lá quais forem!



domingo, 12 de novembro de 2017

OLHAR PARA O NADA...


Teu olhar perdido, distante
 (Vendo o presente do seu próprio nada)
Como se quisesse encontrar algo no teu horizonte,
Também já tive!
Era que me procurando,
E não me encontrando,
Como estás agora!
Deves conhecer o teu potencial
(Como todos temos)
Escondido dentro do teu ser e não sabe.
Encontrei o meu!
Olhando para o horizonte de meu olhar
Vazio como o teu também está agora.
(Terno e meigo)
(Porém, triste e sozinho)
Tenho pavor que tenha que recomeçar:
Faltam-me duas coisas para fazê-lo:
Saúde e tempo perdidos em minha busca!


sábado, 11 de novembro de 2017

UMA GERAÇÃO LIMIITADA!

Diversas pessoas compartilharam em diferentes grupos de zap dos quais participo ,um interessante e profundo diálogo de gerações, com um neto perguntando a um avô: como ele teria conseguido sobreviver sem nada que a tecnologia proporciona e o desenvolvimento da informática proporcionam hoje?  O avô teria respondido ao neto: "Como a sua geração vive hoje: sem orações, sem compaixão, sem honra, sem respeito, sem vergonha, sem esforço, sem responsabilidades, sem modéstia" Uma verdade a resposta do avô! 

"Nós, as pessoas nascidas no século passado, somos abençoadas. Nossa vida é prova viva". E justifica sua resposta: "enquanto andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes. Depois da escola, jogávamos até o anoitecer no bairro, sem medo. Nós brincávamos com amigos reais, não com amigos da internet. Se tivéssemos sede, beberíamos água da mangueira, não engarrafados. Não havia perigo de compartilhar o mesmo copo de suco com quatro amigos. Não ganhamos peso comendo junk food. Nem nos aconteceu nada caminhando com os pés descalços. Nunca usamos um suplemento para nos manter saudáveis. Nós costumávamos criar nossos próprios brinquedos e brincar com eles. Os pais não eram ricos. Eles davam amor, não coisas materiais. Não tínhamos telefone, celulares, DVD, Play Station, Xbox, jogos de vídeo, computadores pessoais, internet, redes sociais - nós tínhamos amigos reais. Nós visitávamos a casa de nossos amigos sem termos sido convidados e apreciávamos a refeição com eles. Os parentes viviam nas proximidades para aproveitar o tempo da família. Podemos estar em fotos em preto e branco, mas você pode encontrar memórias coloridas nessas fotos. Somos uma geração única e mais compreensiva, porque somos a última geração que ouviu seus pais, avós e tios. Também respeitamos mestres, professores e o padre de nossa paróquia."

Conclui: somos uma (edição) juventude LIMITADA!  E "todos os dias somos menos. Aproveite enquanto você pode. Aprenda conosco." "E tenha em mente que nos deu muito trabalho construir este país que, hoje, eles estão destruindo!  Os políticos de Brasília continuam fisiologista. Em uma briga interna de poder e por quatro Ministérios, o PSDB destituiu o presidente interino do Partido, o senador Tasso Jeressati.


Está de volta ao poder o presidente destituído pela justiça por corrupção Aécio Neves!